Ano 11 - - Fort Lauderdale, FL - USA
 
 
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Contatos de primeiro grau. Coluna 19 
 

Em homenagem aos seus leitores, o Gazeta publica nesta edição alguns dos e-mails recebidos pelo colunista Jota Alves ao longo do ano, comentando alguns dos mais importantes temas abordados em 2007.

“Li e gostei de seu artigo sobre Maria Elvira Salles Ferreira. Tive o prazer de co-nhecê-la, pessoalmente, quando eu trabalhava no Palácio da Liberdade de 1999 a 2002 na Secretaria de Relações Internacionais do governo Itamar Franco. É tão bom ver pessoas competentes como M.E. no nosso governo. Agradeço por seu artigo. Vou guardar”. Ruth Monte. Brazilian Aeronautical Commission.

“Gostei do artigo “A Suíça não é aqui”. O brasileiro quando está fora, não fica falando mal do nosso país. Lula é quem fala mal do Brasil quando mente no exterior que o desmatamento na Amazônia está sob controle. Só no governo dessa maluca governadora do Pará sete cidades de São Paulo e oito do Rio de Janeiro viraram fumaça. 11.224 km em apenas um ano”. Pedro Lins. Boston. USA

“É triste saber que uma cuiabana, no Rio de Janeiro, pede para não ser enterrada em Cuiabá. Ela que tinha planos para um mausoléu da família no cemitério da Piedade. Mais triste é saber que NENHUM PREFEITO protegeu o cemitério de vandalismo, roubo, depredação, orgia, esconderijo de drogas. Sujeira é comum nas escolas e nos cemitérios do Brasil”.  Maria Marques. Rio.

“Jota Alves, obrigado pelo seu artigo: Saudades da Varig. Marchesi, funcionário da Varig de 1 de outubro de 1973 a 18 de janeiro de 2007”. Milão, Itália.
“Tens toda razão em teu artigo “Fiscalização”. Os em função pública acham que, como é público, está lá à vontade para meter a mão e encher o bolso. Até a gauchada que se gabava de ser honesta (é verdade, os parlamentares gaúchos são os que menos dão vexame em Brasília) anda descobrindo roubos. Como esse dos selos que a Assembléia comprava e que dava para cobrir a Terra de selos. Logo hoje que selo é peça de museu (aqui a prova, o nosso e-mail). Também o rombo das carteiras de motoristas. Aqui para se tirar a primeira Habilitação tem que desembolsar não menos de R$ 800 reais. Nem assim diminui o número de carros nas ruas. É um stress dirigir em POA”. Miriam, the girl from Porto Alegre.

“Hola Sr. Alvez Jota: soy Ivonne Lugo, paraguaya, Presidenta Regional del Foro de Mujeres der Mercosul y he tenido también el privilegio de conocer a Maria Elvira Salles Ferreira. Efectivamente, Maria Elvira es la síntese de la excelência como ser humano, política, empresária, como mujer comprometida com el bienestar de las personas, com especial enfasis em las mujeres e los ninos. Para mim e las companeras del Foro, sería uma enorme alegria que Maria Alvira vuelva a ocupar um escanio en el Parlamento del Brasil y pueda ser nuestra parlamentaria del Mercosul. Saludos cordiales”. Ivonne Lugo.

“Fiquei comovida com seu artigo “A ideologia é uma m...”. Filha de um homem que foi um dos maiores geólogos que o mundo co-nheceu e que sempre acreditou na honestidade e no bem, o texto mexeu comigo. Também o Saudades da Varig. A verdade nesse mundo de hipócritas e medíocres precisa ser dita. Tenho saudade de brasileiros inteligentes e genuínos. Obrigada por existir”.  Mônica G. Carpentieri. Flórida. USA

“Adoro jabuticaba. Quando vou à Bahia procuro por toda parte. Adorei a idéia de unir duas cidades em torno de uma fruta e da preservação ambiental. Seu humor crítico é cheio de magia. Que bom foi descobrir seus textos pela internet. Suas palavras são dignas e inovadoras. É bom usar o tempo com leitura de coisas peculiares. Você está sempre lançando idéias e críticas construtivas. Já pensou nossas cidades arborizadas com frutas e flores!!” Lygia Maya. Flórida.

“Achei super interessante o artigo sobre os cartórios e concordo 100%. Meu pai morreu em 2005 e ate hoje estamos enrolados no vai-e-vem em cartórios”. Shirley, Boston.

“Estava no Sayonara no concurso Miss Mato Grosso. De fato a Miss Corumbá cha-mou atenção ao desfilar com o maiô de ouro da Miss Brasil. Mas, a Miss Cuiabá mereceu o título. Seu artigo evocou saudades”. Aparecida Vieira. Cuiabá.

“Estudante de pedagogia eu passava as férias em Rondonópolis. Meu tio era o prefeito da cidade e pediu que eu me inscrevesse no concurso de Miss. Voltei pra faculdade mais preocupada em ser pedagoga do que ser miss. Mas insistiram tanto que fui. Desfilei de vestido longo e de maiô. Um dos jurados era o deputado estadual Carlos Bezerra com suas perguntas políticas... E aí ele me elegeu.. inclusive no seu coração. Ganhei o concurso de Miss Rondonópolis e na seqüência o de Miss Mato Grosso. Noventa dias depois estava casada com o deputado (depois prefeito, deputado federal, governador do estado, prefeito, senador e atualmente outra vez deputado federal). Também fui deputada federal. Essa estória do maiô na nossa vida foi em 1976. Trinta e dois longos anos”. Tété Bezerra. Brasília.

“Guardo como uma relíquia o maiô Catalina com o qual fui coroada Rainha do Carnaval Carioca. Não era de fio de ouro como o da Miss Brasil do seu artigo gostoso, saudoso. Era azul turquesa, lindo. Com ele me apresentei em várias cidades dos Estados Unidos. O maiô me deu sorte. Tenho duas belas casas, em duas lindas praias. Na Flórida e no Rio de Janeiro”. Marlene Morbeck. Rio/Flórida.

“Dá pra se ver que o governo tá tirando casquinha no “êxodo” de brasileiros. Tipo: “tá vendo, lá tá ruim, aqui é que tá bom”. Gostei do artigo no Gazeta News e também acho que é bom encontrar e entrevistar brasileiros que regressaram, pra gente fazer uma avaliação. Essa história é velha. Quem dá uma de esperto, mais malandro que a malandragem americana, sempre se dá mal. Quem traba-lhou, fincou pé, não delirou, não desviou de rumo, podem ter certeza se deu bem. Eu me dei”. Rogério, de Curitiba.

“O choque da volta está nas instituições. As nossas estão (sempre estiveram) em frangalhos. Casa sem alicerce acontece o quê? A praia, o sol, a mulherada, o carnaval, o futebol, uma maravilha. Adoro. Mas e o governo, e o parlamento e a justiça?  Quem tem filhos na escola deve pensar bem. Se guardou bastante Money, tudo bem. Cuidado, no Brasil é tubarão e armação por todo lado”. Pedro, de Orlando.

 

Jota Alves criou o Dia do Brasil nos Estados Unidos.
Ex-Secretário de Governo em Mato Grosso.
alves-jota@uol.com.br


 
 
 
 
 

 

 

 

 
 
 
 
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