Ano 14 - - Fort Lauderdale, FL - USA
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Recursos da Inteligência I Coluna 129  
 
Memorização — você constrói a sua sabedoria

Nem tudo o que percebemos desperta a nossa atenção, pois, se isso acontecesse, não daríamos conta de administrar as milhares de in­for­mações por segundo que nos bombardeiam. Entretanto, quando não colocamos suficiente atenção em determinadas coisas, somos inca­pazes de nos lembrar delas posteriormente.
Memorização é a mola-mestra do aprendizado, mas para que ela ocorra é fundamental existir uma motivação em relação ao que se quer memorizar. Sem motivação, não conseguimos ativar a atenção nem o interesse e, conseqüentemente, não acontece a memorização.
Você precisa estar interessado no que estiver ouvindo, vendo ou fazendo para que fique registrado em sua memória. E também precisa compreender o que estiver ouvindo, vendo ou fazendo: sem entender uma informação, você não será capaz de memorizá-la ou o fará com mui­ta dificuldade.
Além disso, para que a memorização de uma informação ocorra, efetivamente, é preciso estabelecer associações e repeti-la. Quanto mais as­so­cia­ções você puder estabelecer entre a informação nova e as já memorizadas, mais facilmente o cérebro irá retê-la e, depois, resgatá-la. E quanto mais você puder repetir a informação nova, melhor!
Logo, para que uma informação nova fique retida na memória, é preciso estar motivado para recebê-la. Depois, ela requer atenção, interesse e compreensão. E, completando o processo, recomenda-se estabelecer associações e repetir a nova informação.
Existe um esquema básico pelo qual uma informação nova é recebida e transita até ser fixada na memória permanente ou ser descartada. Vejamos:

  • uma informação chega até você na forma de um estímulo externo que impressiona um ou vários de seus sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar);
  • automaticamente, essa informação vai para a sua memória temporária;
  • dependendo da intensidade e da quantidade de sentidos que a informação tiver impressionado (critério de determinação da importância), ela entrará em processo de esquecimento ou passará por um processo elaborativo, indo para a memória semipermanente, que lhe permitirá ser resgatada quando necessário;
  • se a informação for utilizada com fre­qüên­cia (se for realmente útil), ela passará para a memória permanente; contudo, se não for acessada ou se for acessada apenas espo­ra­di­camente, também esta informação entrará em processo de esquecimento.

O esquecimento é um processo passivo, enquanto a transferência de uma informação nova para a memória permanente é um processo ativo, que requer energia.

Então, você me diz: “Mas eu nunca fiz qual­quer esforço para memorizar as coisas que sei.” E eu digo que você nunca fez qualquer esforço voluntário, pois nada teria sido retido na sua memória se você nunca tivesse tido algum tipo de motivação que o levasse a prestar atenção em alguma coisa. Voluntária ou involuntariamente, você participou do processo de memorização de tudo quanto sabe, não tenha dúvida

 

Dr. Lair Ribeiro
Cursos – Palestras – Livros – CDs – DVDs
(11) 3889.0038
www.lairribeiro.com.br

 

Lair Ribeiro é médico e palestrante motivacional de sucesso e reconhecimento internacional.

Para cursos e palestras, visite o site www.lairribeiro.com.br

 
 
 
 
 

 

 

 

 
 
 
 
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