| Vittorio
Missoni sobre a importância
de saber cortar, modelar e costurar
para trabalhar com moda:
“Eu entendo bem os mecanismos
de toda a indústria da moda,
mas só costuro à máquina.”
Colin McDowell (crítico
de moda do Sunday Times):
“Todo mundo precisa de comida;
mas temos comida e haute cuisine.
Todo mundo precisa de roupa; mas há
roupas e há a moda, que é
algo especial, poque é dispensável.
Moda é comprar o que você
não precisa e deixar as pessoas
descontentes com o que já têm
no guarda-roupa”.
Giovanni Bianco
num recado para o inicinate de talento:
“Com força, muita força.
Mas é sempre bom lembrar que
10% é talento e 90% é
trabalho. Sem trabalho não
existe talento.”
Xavier Mayer (VP
Morgan Stanley):
“O Brasil tem DNA próprio
e quem explorar esse ponto vai exportar
muito. O país tem características
muito peculiares – podemos comparar
os produtos de moda brasileiros ao
champanhe francês, por exemplo.
Independentemente da marca ou do preço,
o champanhe vai vender só porque
é francês. É a
tradição que domina
o mercado desde o século XVIII,
ou até antes.”
Giovanni Bianco
sobre a importância das celebridades:
“Depois de fazer de Sienna Miller
garota-propaganda, a Pepe Jeans obteve
40% de aumento nas vendas.”
Alexandre Herchcovitch
sobre a pergunta polêmica tema
do evento: “Os italianos têm
design, os franceses têm marca,
os americanos têm mercado interno,
os chineses têm preço.
E nós, temos o quê?”
“Nós temos que aprender
com eles um pouco de cada coisa”
Ucho Carvalho sobre
o papel das novas tecnologias na construção
de imagem de uma marca:
“Temos que pensar “fora
da caixa”. Isso quer dizer que
não podemos ficar no eixo conservador
TV-catálogo-outdoor. E a internet
é novidade, é a convergência
de tudo isso. Ela oferece novas possibilidades
e um jeito diferente de interagir.”
Barbara Kolsun (Seven
Man Kind) sobre a verstilidade do
jeans:
“Jeans é o item mais
versátil que existe. Você
pode usar para trabalhar, para ir
a uma reunião ou numa festa.
Todo mundo quer ter jeans. E tem que
ser um
jeans bom. Existe jeans de veludo
e de várias cores e lavagens.
É muito prático!”
Daniela Helayel (designer
da Issa):
“O mundo inteiro reconhece o
Brasil como amigável. Ser brasileiro
é um bônus, abre as portas.
Mas é preciso muita determinação
e trabalho duro”.
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