Atirador mata duas pessoas em ataque no Canadá

Por Gazeta News

Police are seen near the scene of a mass shooting in Toronto, Canada, July 22, 2018. REUTERS/Chris Helgren
Um homem armado atirou em um grupo de pessoas em frente a um restaurante em Toronto, no Canadá, matando duas e ferindo outras 12 na noite do último domingo, 22. O atirador, de 29 anos, também morreu. A polícia continua no local do crime na manhã desta segunda, 23, e investiga a motivação para o ocorrido. Logo após os tiros, os serviços de emergência e a polícia foram chamados. De acordo com os policiais, um dos dois mortos é uma mulher e uma menina está em estado grave no hospital. Não há informações sobre as condições das outras vítimas que estão em hospitais da cidade. O porta-voz da polícia, Mark Pugash, disse que é muito cedo para afirmar que o tiroteio foi motivado por terrorismo. "Estou pensando em todos os possíveis motivos. Quando você tem tantas pessoas atingidas por tiros, é uma preocupação séria", disse o chefe da polícia, Mark Saunders. De acordo com a Unidade Especial de Investigadores de Ontario, por volta das 22h (horário local) o atirador estava andando por uma avenida no bairro de Greektown e disparou diversas vezes contra grupos de pessoas. A região é movimentada e popular por seus cafés e restaurantes. Testemunhas disseram à polícia terem visto um homem vestido com casaco e chapéu pretos andando apressado em uma calçada e disparando três tiros contra uma loja e um restaurante. A polícia localizou o atirador em uma rua transversal à avenida e houve troca de tiros. O atirador fugiu da área e mais tarde foi encontrado morto em outro local próximo. Ainda não está claro se ele morreu com a troca de tiros pelos policiais ou outra circunstância. Nenhum policial ficou ferido na ação. Para o prefeito de Toronto, John Tory, a disponibilidade de armas é uma das causas para "um tiroteio na noite de um domingo em uma área popular e residencial é uma evidência de um problema de armas. Armas estão prontamente disponíveis para tantas pessoas", afirmou. Com informações da BBC News. Matéria relacionada Polícia do Canadá investiga ligação de ataques com o Estado Islâmico