Tecnologia não pode substituir sensibilidade humana, dizem fotógrafos 

Por Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil

Tecnologia não pode substituir sensibilidade humana, dizem fotógrafos 

Não era momento de mexer na câmera quando o repórter-fotográfico Joédson Alves ouviu de uma mãe, na cidade de Irecê (BA), sobre a dor de perder dois filhos para a fome. Ficou sem palavras.

Naquele dia, não consegui conter a emoção.

Naquela cobertura sobre a seca no Nordeste, na década de 1990, o profissional sabia que era preciso registrar, mas também pensar sobre o melhor caminho quando a câmera veio às mãos. 

A imagem da mãe com os filhos de frente de casa foi a estratégia para sensibilizar o público, tanto quanto a cena o impactaria.