Brasileiro detido em centro de imigração de Nova Jersey tem histórico ligado a crimes de drogas, diz ICE

Agência federal afirma que brasileiro responde por acusações relacionadas à fabricação e posse de entorpecentes nos Estados Unidos

Por Lara Barth

Brasileiro detido em centro de imigração de Nova Jersey tem histórico ligado a crimes de drogas, diz ICE

O Departamento de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) divulgou novas informações sobre o brasileiro Alex Vinicius Castro Miranda, atualmente detido no centro de detenção Delaney Hall, em Newark, Nova Jersey.

Segundo a agência federal, o brasileiro possui histórico criminal ligado a crimes relacionados ao tráfico e produção de drogas. Em publicação nas redes sociais, o ICE afirmou que ele responde por acusações envolvendo manutenção de local utilizado para atividades relacionadas a entorpecentes, fabricação de heroína e cocaína, posse de drogas e posse de equipamentos usados no preparo ou consumo de substâncias ilícitas.

As autoridades informaram que Alex Vinicius Castro Miranda permanece custodiado em Delaney Hall, unidade que vem sendo alvo de protestos e debates públicos nos últimos meses por conta das políticas migratórias americanas e das condições de detenção de imigrantes.

O ICE não divulgou detalhes sobre quando os crimes teriam ocorrido, onde aconteceram ou em qual fase estão os processos judiciais relacionados ao brasileiro. Também não há informações oficiais sobre eventual condenação criminal nem sobre sua situação migratória específica nos Estados Unidos.

O caso ocorre em meio ao aumento das ações do governo federal voltadas para a divulgação de prisões e operações envolvendo estrangeiros com antecedentes criminais. Segundo o ICE, a prioridade da agência continua sendo identificar e deportar imigrantes considerados ameaça à segurança pública, especialmente em casos ligados ao tráfico de drogas, violência e organizações criminosas.

Até o momento, a defesa de Alex Vinicius Castro Miranda não comentou publicamente as acusações divulgadas pela agência federal. O caso segue sob análise das autoridades de imigração e do sistema judicial americano.