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Mexicano indocumentado é preso acusado de matar jovem em Iowa
O mexicano indocumentado, Christian Bahena-Rivera, de 24 anos, foi preso e acusado de matar a estudante Mollie Tibbets, de 20 anos, que estava desaparecida desde o dia 18 de julho em Iowa. A polícia confirmou na terça-feira, 21, que encontrou o corpo do estudante da Universidade de Iowa após uma busca de cinco semanas. Tibbetts desapareceu no dia 18 de julho depois de sair para correr perto de Brooklyn, Iowa. Cristhian Rivera, de 24 anos, foi acusado de assassinato em primeiro grau no caso. A polícia confirmou durante uma conferência de imprensa na terça-feira que ele é um imigrante que está no país ilegalmente. "Confirmamos com a Homeland Security Investigations que ele é um imigrante que vive ilegalmente no país de 4 a 7 anos", disse Rick Rahn, agente especial da Divisão de Investigação Criminal de Iowa, na conferência de imprensa. EUA: prisões de indocumentados sem antecedentes criminais triplicam O corpo da jovem foi encontrado em um milharal na terça-feira de manhã, com caules de milho colocados em cima e as roupas são semelhantes as que Tibbetts foi vista pela última vez, segundo a polícia, que identificou o mexicano por câmeras de segurança de uma casa próximo ao local. Sem demonstrar resistência aos policiais, segundo documentos, Rivera disse aos investigadores que ele correu ao lado de Tibbetts até ela ameaçar chamar a polícia e tentar fugir. Ele então a perseguiu até alcançá-la. Não ficou claro como ele a matou. Quando percebeu que tinha a matado, ele colocou seu corpo no porta-malas de seu carro, de acordo com os documentos. A fiança de Rivera foi fixada em US $ 1 milhão. A descoberta de seu corpo encerra uma investigação altamente divulgada. As autoridades ficaram em silêncio durante toda a busca, oferecendo poucos detalhes. A polícia de Iowa teve até 40 investigadores trabalhando no caso com a recompensa por seu retorno seguro chegando a US $ 300.000. Sobre o crime, o presidente Donald Trump criticou a imigração ilegal e disse que a morte de Mollie Tibbetts “nunca deveria ter acontecido”, depois que foi revelado que o suspeito do assassinato estava vivendo ilegalmente nos EUA. Com informações da Time.
