Michael Oliveira comemora resultado do boxe brasileiro em Londres
“Foi brilhante. Todos estão de parabéns, foi muito legal ver a Adriana conquistando o bronze, serve para alavancar o interesse das mulheres pelo esporte, inclusive com o apoio da nossa presidente”, celebrou Michael Oliveira, que em junho perdeu a luta de despedida de Acelino “Popó” Freitas.
Michael, 22 anos, que vive em Miami desde criança, lutou apenas duas lutas como amador, mas sabe ressaltar a importância do boxe olímpico para os profissionais, apesar de suas diferenças. “É superimportante, traz experiência, sabedoria e maturidade. Não tive muitas oportunidades de lutar no boxe amador, mas também tinha o sonho de disputar uma Olimpíada. Para falar a verdade, o boxe olímpico e o profissional são bem distintos, um é bem mais rápido e intenso, o outro é mais lento e cadenciado”, apontou.
A partir de 2016, contudo, profissionais poderão participar dos Jogos Olímpicos. Esta é uma das mudanças polêmicas que envolvem a modalidade para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Serão novidades também a inutilização de capacetes e camisa. “É bom e ruim ao mesmo tempo, por um lado vai se assemelhar mais com o boxe profissional, mas por outro as lutas são realizadas em um tempo muito curto e os cortes podem prejudicar os atletas no decorrer da competição”, opinou Michael Oliveira concluindo. A reportagem é do “Terra”.
