Mulher é presa na Flórida com US$ 3,2 mil escondidos no corpo, dizem autoridades

Suspeita é investigada por golpe contra idoso e recebeu novas acusações após dinheiro ser encontrado durante entrada na cadeia

Por Lara Barth

Imagem genérica algemas; polícia

Uma mulher de Miami foi presa na Flórida sob suspeita de participar de um esquema de fraude bancária e acabou enfrentando novas acusações depois que autoridades encontraram US$ 3,2 mil em dinheiro escondidos em seu corpo durante a entrada na cadeia.

Moniquie Love Turnbull, de 31 anos, foi presa na segunda-feira por acusações que incluem esquema para cometer fraude e uso fraudulento de cartão de crédito ou débito sem autorização, envolvendo uma vítima com mais de 60 anos, segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Martin.

De acordo com os investigadores, Turnbull teria ido até a casa de uma pessoa idosa e se apresentado como funcionária do banco.

Ela teria afirmado que a conta da vítima havia sido comprometida e que iria recolher e descartar o cartão bancário.

Durante a investigação, os policiais descobriram outro caso no qual Turnbull também era considerada suspeita.

Ela acabou sendo detida durante uma abordagem de trânsito.

Dinheiro foi encontrado na entrada da cadeia

Quando Turnbull chegou à unidade prisional, agentes realizaram os procedimentos de entrada e descobriram US$ 3,2 mil em espécie escondidos na vagina, segundo o xerife.

Em uma publicação nas redes sociais, o departamento fez uma referência irônica ao caso, dizendo que a suspeita alegava trabalhar para um banco, mas “esqueceu” de informar que carregava dinheiro escondido em seu próprio “caixa eletrônico particular”.

As autoridades ainda não determinaram de quem exatamente veio o dinheiro.

O valor foi recolhido, lacrado e encaminhado para a área de evidências.

Suspeita pode responder por novas acusações

Além das acusações relacionadas à fraude, Turnbull agora também responde por introdução de contrabando em uma unidade prisional.

Ela estava detida sob uma fiança de US$ 500 mil.

O Gabinete do Xerife informou que a investigação sobre a origem do dinheiro continua.