Síria tem nova onda de violência em meio a pressão de cessar-fogo
No dia 15, o primeiro-ministro da Turquia, Ahmet Davutoglu, acusou a Rússia de agir como uma "organização terrorista" na Síria e prometeu uma resposta à altura.
Esta nova escalada da violência acontece poucos dias depois de um acordo fechado, na madrugada do dia 12, por 17 representantes de países reunidos em Munique, com o objetivo de colocar um fim às "hostilidades" na guerra na Síria.
O conflito, que começou há mais de cinco anos, deixou 260.000 mortos e 11 milhões de deslocados. A União Europeia (UE) exigiu, no dia 15, que todas as partes cumpram o acordo para permitir o acesso à ajuda humanitária para as populações sitiadas, incluindo a Turquia, que continua atacando as forças curdas que lutam contra o Estado Islâmico e a Rússia.
Além disso, pelo menos sete pessoas foram mortas no dia 15 e dezenas ficaram feridas em um outro bombardeio contra um centro de saúde apoiado pela organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), na província de Idleb, no norte da Síria, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos. A ONG afirmou que aviões russos atacaram o hospital, localizado nos arredores de Maarat al- Nuaman, em Idleb. Fonte: El Pais.