Pela primeira vez em nove edições, a Festa Literária Internacional do Pelourinho, a Flipelô, decidiu trazer o universo cosplay para a sua programação. E foi assim que personagens como o Menino Maluquinho de Ziraldo, os irmãos Mário e Luigi do jogo Super Mario e o Doutor Facilier, de A Princesa e o Sapo, desfilaram pelo palco da Vila Literária, no Largo Tereza Batista, no centro histórico de Salvador, na noite de quinta-feira (7).
Cosplay é um termo em inglês formado pela junção das palavras costume (fantasia) e roleplay (brincadeira ou performance). Nessa atividade, as pessoas se fantasiam de seus personagens fictícios favoritos da cultura pop que estão em animes, games, mangás, filmes, animações e até em livros, como é o caso do Menino Maluquinho, personagem criado pelo escritor brasileiro Ziraldo (1932-2024).
Essa é uma história assim que me cativou bastante, porque me lembrou a minha infância, disse Deivid Aquino, de 20 anos, um influencer digital, ator e cantor que desfilou na Vila Literária como cosplay do Menino Maluquinho.
Eu achei essa ideia de desfile cosplay na Flipelô muito inclusiva. O cosplay, por si só, já é inclusão e diversidade. Eu amo interpretar criança: também interpreto o Pedrinho, do Sítio do Picapau Amarelo. O menino maluquinho é maluquinho e eu sou maluquinho também, brincou Deivid.
Apesar de viver em Salvador, ele nunca tinha participado da Flipelô. Foi o desfile cosplay que o fez participar do evento pela primeira vez.
Vim por causa do evento de cosplay, mas eu também queria pisar meus pés aqui pela primeira vez. Eu não leio muito não, mas eu estou começando a ler.

