O longa-metragem Irritante Prodígio, o primeiro da diretora Luiza Lindner, de 22 anos, venceu o Troféu Vila Rica da mostra competitiva Arquivos em Questão da 21ª CineOP Mostra de Cinema de Ouro Preto, encerrada nesta terça-feira (30), em Minas Gerais.
Em um trabalho que transforma o próprio corpo em arquivo de memória, a cineasta revisita a infância marcada por internações hospitalares e psiquiátricas para construir um documentário em que autobiografia, performance e imagens de arquivo dialogam sobre lembrança, identidade e sobrevivência. Ao receber o prêmio, Luiza Lindner destacou o momento de início da carreira.
"Esse filme representa a força da expressão artística e da nossa existência. Estou começando minha carreira em cinema e espero que esse prêmio ajude o filme a existir ainda mais", afirmou.

