Chegou ao fim o prazo dado pelo governo de Donald Trump para o cancelamento do Temporary Protection Status -TPS (Status de Proteção Temporária) para Honduras, que permite a 57.000 imigrantes do país da América Central residir legalmente nos Estados Unidos. Segundo a Reuters, os imigrantes agora ficam vulneráveis a deportação.
A proteção é concedida a imigrantes de desastres naturais ou conflitos violentos, que os impedem de retornar com segurança aos países de origem. Críticos da TPS reclamaram que repetidas extensões em períodos de seis a 18 meses, às vezes de décadas, deram aos beneficiários residência de fato no país norte-americano.
Em novembro, Elaine Duke, então secretária de Segurança Interna, deu um prazo de seis meses para tomar uma decisão sobre o TPS para Honduras, que é considerado um dos países mais violentos do Hemisfério Ocidental e recentemente foi convulsionado por protestos após uma disputada eleição presidencial. Duke foi substituída por Kirstjen Nielsen.
A maioria dos outros países que se apresentaram para a revisão do TPS foi encerrada, exceto a Síria, que está no meio de uma guerra devastadora. O governo encerrou recentemente o programa para oHaitie o Nepal.
Para o embaixador de Honduras nos Estados Unidos, Marlon Tabora, o país não tem condições de repatriar essas dezenas de milhares de pessoas. "Essas famílias viveram nos Estados Unidos por 20 anos ou mais e reintegrá-los ao país não será fácil se decidirem voltar", disse.
Honduras é a segunda maior nação com TPS a perder o status, que foi concedido ao país - junto com a Nicarágua - em 1999 após a devastação do furacão Mitch. Em janeiro,o governo Trump acabou com a classificação para cerca de 200.000 salvadorenhos, que permitiu o grupo viver e trabalhar nos Estados Unidos desde 2001. O status expirará em 2019.
Em comunicado oficial, a Secretaria de Relações Exteriores diz que o governo "lamenta profundamente o cancelamento do Status de Proteção Temporária", segundo a EFE. Reconhece, todavia, que é uma "decisão soberana" do governo norte-americano.
No último final de semana, Trump denunciou uma caravana de imigrantes, principalmente da América Central, que cruzou o México para tentar entrar nos Estados Unidos em San Diego. Muitos dizem estar fugindo da violência e agitação política e esperam pedir asilo nos tribunais de imigração do país norte-americano.
Com informações da Reuters.
Chegou ao fim o prazo dado pelo governo de Donald Trump para o cancelamento do Temporary Protection Status -TPS (Status de Proteção Temporária) para Honduras, que permite a 57.000 imigrantes do país da América Central residir legalmente nos Estados Unidos. Segundo a Reuters, os imigrantes agora ficam vulneráveis a deportação.
A proteção é concedida a imigrantes de desastres naturais ou conflitos violentos, que os impedem de retornar com segurança aos países de origem. Críticos da TPS reclamaram que repetidas extensões em períodos de seis a 18 meses, às vezes de décadas, deram aos beneficiários residência de fato no país norte-americano.
Em novembro, Elaine Duke, então secretária de Segurança Interna, deu um prazo de seis meses para tomar uma decisão sobre o TPS para Honduras, que é considerado um dos países mais violentos do Hemisfério Ocidental e recentemente foi convulsionado por protestos após uma disputada eleição presidencial. Duke foi substituída por Kirstjen Nielsen.
A maioria dos outros países que se apresentaram para a revisão do TPS foi encerrada, exceto a Síria, que está no meio de uma guerra devastadora. O governo encerrou recentemente o programa para oHaitie o Nepal.
Para o embaixador de Honduras nos Estados Unidos, Marlon Tabora, o país não tem condições de repatriar essas dezenas de milhares de pessoas. "Essas famílias viveram nos Estados Unidos por 20 anos ou mais e reintegrá-los ao país não será fácil se decidirem voltar", disse.
Honduras é a segunda maior nação com TPS a perder o status, que foi concedido ao país - junto com a Nicarágua - em 1999 após a devastação do furacão Mitch. Em janeiro,o governo Trump acabou com a classificação para cerca de 200.000 salvadorenhos, que permitiu o grupo viver e trabalhar nos Estados Unidos desde 2001. O status expirará em 2019.
Em comunicado oficial, a Secretaria de Relações Exteriores diz que o governo "lamenta profundamente o cancelamento do Status de Proteção Temporária", segundo a EFE. Reconhece, todavia, que é uma "decisão soberana" do governo norte-americano.
No último final de semana, Trump denunciou uma caravana de imigrantes, principalmente da América Central, que cruzou o México para tentar entrar nos Estados Unidos em San Diego. Muitos dizem estar fugindo da violência e agitação política e esperam pedir asilo nos tribunais de imigração do país norte-americano.
Com informações da Reuters.

