Com o início oficial da temporada de furacões do Atlântico marcado para 1º de junho, meteorologistas acompanham sinais de possível atividade tropical nas primeiras semanas da temporada, especialmente próximo à costa sudeste dos Estados Unidos.
Segundo centros de previsão americanos, modelos meteorológicos indicam a possibilidade de formação de uma área de baixa pressão na região entre o Golfo do México e o litoral sudeste americano durante os primeiros dias de junho.
Apesar disso, especialistas ressaltam que as chances de desenvolvimento de uma tempestade tropical ainda são consideradas baixas neste momento.
Mesmo sem confirmação de um ciclone tropical, uma coisa já é praticamente certa: muita chuva.
A previsão aponta para a chegada de grande quantidade de umidade tropical sobre o Golfo e o Caribe, enquanto um sistema de alta pressão sobre os Estados Unidos deve impedir o deslocamento dessa umidade para o norte.
Com isso, uma frente fria estacionária pode provocar:
- tempestades generalizadas;
- chuvas intensas;
- formação de áreas de baixa pressão.
Dependendo das condições atmosféricas, esse sistema poderia evoluir para:
- depressão tropical;
- ou até uma tempestade tropical nomeada.
Meteorologistas afirmam, porém, que fortes ventos em diferentes níveis da atmosfera — conhecidos como “wind shear” — podem dificultar a organização do sistema, reduzindo as chances de fortalecimento significativo.
Caso algo se desenvolva, a principal ameaça deve ser o volume elevado de chuva, e não ventos destrutivos.
As precipitações são consideradas importantes para o sudeste dos EUA, região que enfrenta atualmente níveis severos e extremos de seca.
Historicamente, a primeira tempestade nomeada da temporada costuma surgir apenas por volta de 20 de junho, mas neste ano os primeiros sinais de instabilidade podem aparecer mais cedo.
Fonte: Fox

