A greve dos caminhoneiros continua pelo 4º dia consecutivo e afeta vários setores do Brasil.O abastecimento em supermercados, farmácias e a produção de frigoríficos está paralisado, além do abastecimento de combustíveis nos postos de gasolina.
Nesta quinta-feira, 24, a Associação Brasileira de Supermercados informou a falta de produtos perecíveis nos estabelecimentos dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Espírito Santo, Pernambuco, Tocantins, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
A situação é considerada crítica na segunda maior Central de Abastecimento (Ceasa) da América Latina, que fica no Rio de janeiro. Os Correios informaram que reforçarão as operações de entrega quando a greve terminar, mas estão com as encomendas paradas nas estradas, assim como empresas de logística que estão com objetos parados em diferentes locais do Brasil.
Aeroportos estão reduzindo operações. Em alguns só há combustíveis até esta quinta-feira e companhias aéreas estão remarcando voos de graça. As principais reivindicações dos caminhoneiros são: diminuição dos tributos sobre o diesel e da tabela de preços para o frete.
Representantes dos caminhoneiros e ministros voltaram a se reunir na tarde desta quinta-feira, mas ainda não há acordo entre as partes. A Petrobras informou que não mudará a política de reajustes, masanunciou uma redução de 10%por 15 dias no preço do diesel vendido pelas refinarias.
A Associação Nacional do Petróleo aprovou hoje medidas em caráter excepcional para garantir a continuidade do abastecimento de combustíveis e inibir preços abusivos.
A Petrobras anunciou na quarta que o preço do diesel deve cair 1,54% nas refinarias.Segundo a ANP, o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de cerca de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com informações do G1.
A greve dos caminhoneiros continua pelo 4º dia consecutivo e afeta vários setores do Brasil.O abastecimento em supermercados, farmácias e a produção de frigoríficos está paralisado, além do abastecimento de combustíveis nos postos de gasolina.
Nesta quinta-feira, 24, a Associação Brasileira de Supermercados informou a falta de produtos perecíveis nos estabelecimentos dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Espírito Santo, Pernambuco, Tocantins, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
A situação é considerada crítica na segunda maior Central de Abastecimento (Ceasa) da América Latina, que fica no Rio de janeiro. Os Correios informaram que reforçarão as operações de entrega quando a greve terminar, mas estão com as encomendas paradas nas estradas, assim como empresas de logística que estão com objetos parados em diferentes locais do Brasil.
Aeroportos estão reduzindo operações. Em alguns só há combustíveis até esta quinta-feira e companhias aéreas estão remarcando voos de graça. As principais reivindicações dos caminhoneiros são: diminuição dos tributos sobre o diesel e da tabela de preços para o frete.
Representantes dos caminhoneiros e ministros voltaram a se reunir na tarde desta quinta-feira, mas ainda não há acordo entre as partes. A Petrobras informou que não mudará a política de reajustes, masanunciou uma redução de 10%por 15 dias no preço do diesel vendido pelas refinarias.
A Associação Nacional do Petróleo aprovou hoje medidas em caráter excepcional para garantir a continuidade do abastecimento de combustíveis e inibir preços abusivos.
A Petrobras anunciou na quarta que o preço do diesel deve cair 1,54% nas refinarias.Segundo a ANP, o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de cerca de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com informações do G1.

