“Sinto como se minha vida estivesse começando de novo”, afirmou Alice Marie Johnson, 63 anos, aos jornalistas quando deixava a prisão em Aliceville, no Alabama.
Johnson tinha sido condenada como ré primária à prisão perpétua e já passou mais de 20 anos atrás das grades, mas conseguiu a liberdade depois que o presidente Donald Trump suspendeu na última quarta-feira, 6, a sua sentença por delitos de drogas a pedido da celebridade Kim Kardashian West, que em maio foi até a Casa Branca e pedir pessoalmente ao presidente que interviesse no caso.
Em comunicado, a Casa Branca anunciou a suspensão da pena de Johnson. “A Sra. Johnson aceitou a responsabilidade por seu comportamento passado e tem sido uma prisioneira modelo nas últimas duas décadas”.
“Embora este governo seja sempre muito duro em relação à criminalidade, acredita que aqueles que pagaram suas dívidas com a sociedade e trabalharam duro para melhorarem enquanto estão na prisão merecem uma segunda chance”, acrescentou a nota.
A condenação ocorreu, em 1996, em oito acusações criminais relacionadas a uma operação de tráfico de cocaína em Memphis – crime que em envolveu mais de uma dúzia de pessoas.
O caso de Johnson ganhou visibilidade pelo envolvimento da Kardashian. A socialite decidiu ajudá-la após ver um vídeo nas redes sociais. Colocou o próprio advogado para avaliar o caso e passou a pagar pela defesa jurídica de Johnson.
Em seguida, passou a apoiar a campanha por reforma no sistema penitenciário movida pelo genro de Trump, Jared Kushner, que também é assessor especial da Casa Branca.
Depois da reunião com o presidente, ela disse acreditar que Johnson ganharia "uma segunda chance na vida".
"Eu quero dizer a Kim, meu anjo, que você nunca desistiu de mim. Você nunca desistiu da sua luta. Você foi implacável e valeu a pena lindamente para mim e minha família", afirmou, segundo a CNN.
A ex-detenta ainda agradeceu a Trump e garantiu que não vai decepcioná-lo. "Vou deixar você orgulhoso por ter me dado essa segunda chance na vida. E não vou desapontar o público americano ou o mundo que teve tanta fé em mim", declarou.
Com informações da CNN.
“Sinto como se minha vida estivesse começando de novo”, afirmou Alice Marie Johnson, 63 anos, aos jornalistas quando deixava a prisão em Aliceville, no Alabama.
Johnson tinha sido condenada como ré primária à prisão perpétua e já passou mais de 20 anos atrás das grades, mas conseguiu a liberdade depois que o presidente Donald Trump suspendeu na última quarta-feira, 6, a sua sentença por delitos de drogas a pedido da celebridade Kim Kardashian West, que em maio foi até a Casa Branca e pedir pessoalmente ao presidente que interviesse no caso.
Em comunicado, a Casa Branca anunciou a suspensão da pena de Johnson. “A Sra. Johnson aceitou a responsabilidade por seu comportamento passado e tem sido uma prisioneira modelo nas últimas duas décadas”.
“Embora este governo seja sempre muito duro em relação à criminalidade, acredita que aqueles que pagaram suas dívidas com a sociedade e trabalharam duro para melhorarem enquanto estão na prisão merecem uma segunda chance”, acrescentou a nota.
A condenação ocorreu, em 1996, em oito acusações criminais relacionadas a uma operação de tráfico de cocaína em Memphis – crime que em envolveu mais de uma dúzia de pessoas.
O caso de Johnson ganhou visibilidade pelo envolvimento da Kardashian. A socialite decidiu ajudá-la após ver um vídeo nas redes sociais. Colocou o próprio advogado para avaliar o caso e passou a pagar pela defesa jurídica de Johnson.
Em seguida, passou a apoiar a campanha por reforma no sistema penitenciário movida pelo genro de Trump, Jared Kushner, que também é assessor especial da Casa Branca.
Depois da reunião com o presidente, ela disse acreditar que Johnson ganharia "uma segunda chance na vida".
"Eu quero dizer a Kim, meu anjo, que você nunca desistiu de mim. Você nunca desistiu da sua luta. Você foi implacável e valeu a pena lindamente para mim e minha família", afirmou, segundo a CNN.
A ex-detenta ainda agradeceu a Trump e garantiu que não vai decepcioná-lo. "Vou deixar você orgulhoso por ter me dado essa segunda chance na vida. E não vou desapontar o público americano ou o mundo que teve tanta fé em mim", declarou.
Com informações da CNN.

