Estudar no exterior é a vontade de muitas pessoas ao longo da vida. Cursar a graduação em outro país permite não só acessar ambientes de excelência acadêmica global, mas também construir conexões culturais. Mas se o processo de aprovação já apresenta desafios robustos, fica ainda mais difícil ter os recursos necessários para permanecer nesses espaços. É com base nessa percepção que o Fundo Baobá instituição social que busca promover a equidade racial criou o programa Black STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).
A iniciativa selecionou três estudantes negros para receberem a bolsa de R$ 42 mil destinada à permanência no exterior. Eles embarcam em setembro para cursar a graduação.
Esta semana, a instituição deu boas-vindas aos três estudantes aprovados no programa:- Caio Ramos vai estudar Design, no Dubai Institute of Design and Innovation (Didi), nos Emirados Árabes Unidos;
- Quezia Fernanda cursará Engenharia Elétrica, na Universidade de Jaén, na Espanha;
- João Vitor será aluno de Ciência da Computação, na Northwestern University, nos Estados Unidos.

