O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira (22), durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que documentos oficiais americanos passarão a usar o termo “superinteligência” em vez de “inteligência artificial”.
Trump argumentou que a palavra “artificial” dá a impressão de que a inteligência criada pela tecnologia seria falsa. Segundo ele, “superinteligência” seria uma definição mais precisa.
Durante o discurso, Trump também declarou que os Estados Unidos rejeitam iniciativas internacionais para criar mecanismos de controle sobre a inteligência artificial. Ele afirmou que pretende acompanhar o desenvolvimento do setor por meio do Departamento de Justiça, caso seja necessário intervir.
O presidente defendeu ainda a liderança americana na corrida tecnológica e disse que não pretende frear o desenvolvimento da inteligência artificial. Para Trump, o país que vencer essa disputa terá uma posição de destaque no cenário global.
As declarações ocorreram no mesmo dia em que o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu maior supervisão internacional da inteligência artificial e alertou para possíveis riscos associados à tecnologia.
Tecnologia
Durante discurso na Assembleia Geral da ONU, presidente americano também se opôs a novas regras para controlar a tecnologia

