Durante a Campanha “Dia Mundial Sem Carro”, que acontece todo o dia 22 de setembro, houve pouca adesão das principais cidades do Brasil.
Na cidade do Rio de Janeiro, segundo a prefeitura, apenas 3,5% da população optou por deixar seu carro na garagem e utilizar algum outro tipo de transporte.
Em São Paulo, com o objetivo de protestar pelo Dia Mundial Sem Carro, bois e cavalos (devidamente montados), disputaram espaço com motoristas em plena Av. Paulista, mostrando que esse meio de locomoção diferenciado também pode compartilhar seu espaço nas grandes cidades. Ainda não há dados oficiais a respeito da adesão, mas foi constatado que às 19hs do dia 22, havia 112 km de congestionamento na cidade, ou seja, dentro do “normal” de todos os dias.
Mesmo assim, a cada ano mais e mais pessoas buscam organizar eventos e ações que tentam conscientizar as pessoas da importância de deixar o carro em casa e optar por outros tipos de transporte, em todo o mundo.
Em Moscow, ciclistas organizaram um grupo para pedalar em volta da floresta Khimki, que está sendo ameaçada pela construção da estrada que irá de Moscow até St. Petersburg, na Rússia.
No Reino Unido, famílias se encontraram para uma pedalada em massa, em Brighton, no dia 19.
No Canadá, várias ruas na cidade de Wnnipeg foram fechadas, onde residentes podiam se encontrar para jogar xadrês e hockey.
Em uma cidade na Carolina do Norte, residentes puderam andar de ônibus de graça o dia todo.
A cidade de Chengdu foi uma entre as 114 cidades chinesas que participaram do “World Carfree Day”. Todos os carros foram banidos de entrar nas ruas em volta do Tianfu Square, no centro da cidade, entre as 9 da manhã e 1 da tarde. Um taxista disse que um percurso que geralmente leva 40 minutos, passando pelo centro da cidade, levou 20 nesse dia.
O Dia Sem Carro tem sido organizado na Europa desde a crise do petróleo nos anos 70, mas outros lugares começaram a aderir ao movimento nos anos 90.
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