Um juiz federal de um tribunal de San Diego (CA) rejeitou uma ação movida pelo Estado da Califórnia e por ativistas contra a construção de um muro na fronteira com o México, removendo um importante obstáculo contra uma das principais promessas do presidente Donald Trump. Gonzalo Curiel já foi criticado por Trump por causa de sua ascendência mexicana, mas preferiu se manter a favor do presidente na emblemática sobre o muro.
A ação contra o muro foi apresentada pela ONG Centro para a Diversidade Biológica (CBD), que anunciou a intenção de apelar contra a decisão que, "permitirá a Trump ignorar leis ambientais cruciais, que protegem pessoas e a vida silvestre".
"O governo Trump ultrapassou completamente sua autoridade nesta pressa para construir este muro destrutivo e sem sentido", afirmou Brian Segee, advogado do CBD, que recebeu apoio de outras organizações e do estado da Califórnia.
Segundo os denunciantes, a lei que dá ao governo a possibilidade de renunciar a avaliações de impacto ecológico "expirou", mas o juiz desconsiderou o argumento, alegando que não há impedimentos constitucionais para a realização da obra.
No Twitter, Trump comentou a decisão do juiz de San Diego ironicamente. "Grande triunfo legal", escreveu. "Juiz dos EUA decidiu a favor do governo Trump e rejeitou a tentativa de evitar que o governo construa um grande muro na fronteira sul", completou.
A construção do muro, que custará mais de US$ 20 bilhões, ainda precisa do aval do Congresso, mas trata-se de um veredito importante para Trump, já que processos movidos por questões ambientais poderiam atrasar ou bloquear o projeto. Os autores da ação prometem recorrer.
Nascido em Indiana, Curiel já havia sido criticado pelo republicano, ainda durante a campanha eleitoral, por um processo de fraude envolvendo a Trump University, extinta em 2010. Na ocasião, o magnata disse que as decisões do juiz eram tomadas em função de sua origem mexicana.
Com informações da ANSA.
Um juiz federal de um tribunal de San Diego (CA) rejeitou uma ação movida pelo Estado da Califórnia e por ativistas contra a construção de um muro na fronteira com o México, removendo um importante obstáculo contra uma das principais promessas do presidente Donald Trump. Gonzalo Curiel já foi criticado por Trump por causa de sua ascendência mexicana, mas preferiu se manter a favor do presidente na emblemática sobre o muro.
A ação contra o muro foi apresentada pela ONG Centro para a Diversidade Biológica (CBD), que anunciou a intenção de apelar contra a decisão que, "permitirá a Trump ignorar leis ambientais cruciais, que protegem pessoas e a vida silvestre".
"O governo Trump ultrapassou completamente sua autoridade nesta pressa para construir este muro destrutivo e sem sentido", afirmou Brian Segee, advogado do CBD, que recebeu apoio de outras organizações e do estado da Califórnia.
Segundo os denunciantes, a lei que dá ao governo a possibilidade de renunciar a avaliações de impacto ecológico "expirou", mas o juiz desconsiderou o argumento, alegando que não há impedimentos constitucionais para a realização da obra.
No Twitter, Trump comentou a decisão do juiz de San Diego ironicamente. "Grande triunfo legal", escreveu. "Juiz dos EUA decidiu a favor do governo Trump e rejeitou a tentativa de evitar que o governo construa um grande muro na fronteira sul", completou.
A construção do muro, que custará mais de US$ 20 bilhões, ainda precisa do aval do Congresso, mas trata-se de um veredito importante para Trump, já que processos movidos por questões ambientais poderiam atrasar ou bloquear o projeto. Os autores da ação prometem recorrer.
Nascido em Indiana, Curiel já havia sido criticado pelo republicano, ainda durante a campanha eleitoral, por um processo de fraude envolvendo a Trump University, extinta em 2010. Na ocasião, o magnata disse que as decisões do juiz eram tomadas em função de sua origem mexicana.
Com informações da ANSA.

